A gente aprende

5 de maio de 2015 , In: Desabafos, Relatos , With: No Comments
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No dia, 26 de fevereiro deste ano, por volta das 20h30m cheguei com minha filha na emergência pediatra do Hospital Cruzeiro do Sul, em Osasco, São Paulo. Ela estava ensanguentada por conta de um corte no lábio superior. Os atendentes nos permitiram passar direto para que eu pudesse deixá-la na enfermaria enquanto fazia a ficha de atendimento.

Descobrimos que o nosso plano de saúde não é aceito por eles e resolvemos pagar a consulta particular mesmo. A máquina de cartão não funcionava e fomos retirar dinheiro. Quando volto à enfermaria a pessoa que estava lá nos pediu que aguardássemos ser chamados. Mesmo com um corte. Mesmo com sangue na roupa dela e na minha. O fato é que depois de quase duas horas para sermos atendidos, resolvemos ir embora, pois pessoas que chagaram depois de nós estavam sendo atendidos, e eu havia conseguido estancar o sangue da minha filha com água e gelo, que fora me dado pelo restaurante ao lado do hospital.

Pedi meu dinheiro de volta e nos dirigimos ao Sino Brasileiro, que fica a uma quadra deste, e em 20 minutos fomos medicados e liberados.

Minha revolta é pelo desrespeito para com o paciente, conveniado ou particular. Pessoas despreparadas atendendo na recepção e na emergência. Um horror.

Saí revoltado e me prometendo evitar de passar até pela porta do estabelecimento (por motivos óbvios, me recuso a chamá-lo de hospital porque seria uma ofensa aos demais).

Como tinha sido o primeiro incidente com sangue com meus filhos, o primeiro tinha sido meu filho que deu um jeito no braço ao cair de uma árvore, ficamos um pouco estressados. Não diria desesperados, porque mantive uma certa calma para poder resolver tudo da melhor forma possível.

Outra coisa que não vem com o manual e que ninguém nos contou foi isso. Foi o fato de como proceder diante de uma emergência. Serviu de aprendizado para todos nós. Inclusive minha filha para não mais ficar correndo em restaurante apertado. Aprendemos também a não frequentar restaurante, e afins, sem área infantil. Tem nos ajudado bastante.

Marcelo Dalcom

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Nascida em Itabuna, signo de Peixes. Formada em Relações Públicas, mas Educadora de construção e coração. Amo minha família e minha ocupação favorita é SER MÃE. Amo os livros! Sonho em ter uma Livraria ou uma ONG para animais abandonados. Cheia de ideias, criatividade não me falta, sou exagerada, falo muito. Faço meditação para conversar com Deus!

 

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